O ciclo do Brasil para a Copa do Mundo 2026 foi bastante fragmentado por conta das mudanças de técnicos ao longo dos quatro anos. Iniciando com Fernando Diniz e passando por Dorival Júnior, a Canarinho só foi assumida pelo técnico que a levaria ao mundial em maio de 2025, praticamente um ano antes do evento.
Enquanto procurava por um substituto para Dorival, o nome de Jorge Jesus foi cogitado, mas no final das contas, o italiano Carlo Ancelotti foi o escolhido para ocupar o cargo.
Muitas são as hipóteses levantadas como possíveis razões para o desempenho aquém da Seleção Brasileira. Questionado sobre as decisões de Ancelotti para a Copa do Mundo, Jorge Jesus contou que teria feito escolhas diferentes, como a convocação de Pedro, do Flamengo, por exemplo.
— Acabei não treinando a Seleção do Brasil, mas já tinha indicações para fazer a pré-convocação da Seleção do Brasil. Para o jogo que havia em março, depois de eles terem perdido por 4 a 1 com a Argentina… Portanto, o que eu teria feito? Se eu convocaria diferente do que o Ancelotti fez? Claro que eu faria num ou noutro jogador, pelo menos porque era tendencioso…
— Acho que neste momento o melhor atacante do futebol brasileiro é o Pedro. Isto é um bocadinho tendencioso, porque ele foi meu jogador no Flamengo. (Minha convocação) teria um, dois ou três jogadores diferentes, mas concordei com a maioria com o que ele fez. Depois, o cunho pessoal, a forma de olhar para o jogo, a forma de treinar, isso que é a diferença.
O Brasil passou pela fase de grupos em primeiro lugar e venceu o Japão na fase de 16 avos de final da Copa do Mundo. No entanto, os brasileiros foram parados pela Noruega de Haaland nas oitavas de final, dando adeus à competição.


