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A declaração de Zubeldía sobre Castillo no Fluminense

O Fluminense ficou no empate por 1 a 1 com o Botafogo, neste domingo, pelo Campeonato Brasileiro, em uma partida na qual o técnico Zubeldía também chamou atenção pelas escolhas no ataque. O treinador manteve Castillo em campo até os minutos finais, apesar da atuação abaixo do esperado do centroavante.

Aos 40 minutos do segundo tempo, Zubeldía decidiu substituir Castillo e colocar Hulk em campo. A mudança aconteceu na reta final, quando o Fluminense buscava aumentar a presença ofensiva e encontrar o gol da vitória no clássico.

Segundo o treinador, a permanência de Castillo tinha uma função específica dentro da estratégia tricolor. Zubeldía explicou que o atacante poderia ser importante caso o Botafogo conseguisse pressionar a saída de bola e obrigasse o Fluminense a apostar em lançamentos para o setor ofensivo.

— Castillo é uma referência de área, um 9. Se o Botafogo encaixa bem a pressão alta, precisava sair pelo alto para o ataque, o que aconteceu nos últimos 10 minutos. Minha ideia era manter Castillo o maior tempo possível por isso.

Além de servir como opção para as bolas longas, o centroavante também tinha outra função no planejamento do técnico. Zubeldía destacou a presença física de Castillo e sua capacidade de disputar bolas pelo alto, característica que poderia ser explorada pelo Fluminense durante o clássico.

Com a entrada de Hulk, a proposta do Fluminense passou a ser diferente. O atacante poderia contribuir para uma construção mais rápida, permitindo que a equipe avançasse pelo chão e chegasse ao setor ofensivo com mais jogadores.

— Para disputar uma bola lá na frente, dividida. Também para ajudar nas bolas paradas. Era funcional para a equipe, independente se bem ou mal na partida. Com Hulk, poderíamos chegar ao último terço com quatro ou cinco passes.