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Presidente do Botafogo manda recado à torcida sobre novos reforços

A torcida do Botafogo pode aguardar a chegada de novos reforços para a temporada. A promessa de movimentação no mercado foi o foco do presidente associativo do clube, João Paulo Magalhães Lins, durante entrevista AO “Canal do Manel” nesta quarta-feira (19).

O tema central envolveu o planejamento com a iminente chegada do investidor mexicano Gabriel de Alba à Sociedade Anônima do Futebol (SAF). A diretoria projeta montar um elenco altamente competitivo, o que exige um investimento financeiro imediato e pesado no departamento de futebol.

Como a atual janela de transferências permanece aberta, o dirigente ressaltou que o grupo atual não está fechado. A gestão planeja viabilizar contratações rápidas, aumentando o custo da equipe profissional para disputar títulos de igual para igual com os grandes adversários.

Ao abordar as possíveis contratações, o mandatário foi direto: “O Gabriel (de Alba) quer competir para ganhar as coisas, como é que ele vai competir para ganhar as coisas tendo uma folha baixa? Então, o torcedor não precisa ficar… O Botafogo tem uma das maiores folhas do Brasil, uma das maiores folhas do Brasil e pode aumentar, hein, em breve. Pode ter novidades. A janela ainda não fechou. Eu acho que devemos sonhar”.

Além da busca por atletas, o clube reformulou os bastidores devido aos resultados recentes. A goleada sofrida para o Cienciano e a derrota contra o Vitória exigiram respostas rápidas da direção, que decidiu alterar a estrutura do futebol de forma imediata.

A reestruturação começou com a demissão de Franclim Carvalho. Para liderar o novo projeto técnico no dia a dia, a equipe carioca anunciou as contratações dos profissionais Paulo Bonamigo, Ronaldo Torres e Marcelo Salles, que já integram a nova comissão alvinegra.

Vale destacar que essas mudanças estruturais acontecem durante o rompimento judicial com o ex-gestor John Textor. O presidente defendeu a troca no comando da SAF citando problemas graves deixados pela gestão anterior, como caixa zerado, dívidas milionárias e punições de mercado que impediam registros de atletas.