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Atlético de Madrid: veja como está a situação de Julián Álvarez

No último domingo (30), o atacante Julián Álvarez participou do treino do Atlético de Madrid junto dos atletas que não foram titulares na vitória sobre o Sevilla. A atividade foi supervisionada pelo técnico Diego Simeone. Álvarez não treinava desde a última quarta por viver um momento complicado no clube.

Segundo os jornais espanhóis “Marca” e “As”, Julián Álvarez realizou trabalhos separados do restante do elenco na quarta e na quinta-feira. Já na sexta, o atacante não participou da atividade por conta de uma indisposição. No sábado, o Atlético de Madrid enfrentou e venceu o Sevilla, mas Julián não foi relacionado para a partida.

Julián Álvarez sonha em jogar pelo Barcelona e deixou claro que queria ser negociado nesta janela. No entanto, o Atlético de Madrid não aceitou negociá-lo com um rival e barrou sua saída. A situação foi ficando cada vez mais tensa no dia a dia. Recentemente, o Arsenal despertou interesse, mas sem nada de oficial.

A situação de Álvarez está complicada com o torcedor do Atleti também. Durante a apresentação do elenco para a temporada 26/27, o atacante foi vaiado pela torcida presente no Metropolitano, em partida contra o Málaga. Posteriormente, aconteceu a mesma coisa ao ser substituído no empate do Atlético de Madrid por 2 a 2 com o Villarreal.

Na última quinta-feira, Miguel Ángel Gil Marín, CEO do Atlético de Madrid, disse à “Movistar” que Julián Álvarez não está bem com a situação que vem vivendo dentro do clube e que isso vem mexendo não só no lado profissional, mas também no pessoal.

“Julián está realmente mal. Houve pessoas que se encarregaram de enganá-lo e confundi-lo. Lamento muito, porque o conheço. É uma grande pessoa, um grande profissional e um grande jogador, completamente confuso e passando agora por uma situação muito difícil no aspecto pessoal e profissional”, disse Gil Marín.

O Barcelona chegou a oferecer 100 milhões de euros (R$ 580 milhões na cotação atual) por Julián Álvarez. O rival Real Madrid também chegou a tentar viabilizar o negócio e estava disposto a pagar 150 milhões de euros (cerca de R$ 855 milhões), mas também escutou uma resposta negativa.