O aguardado lançamento do BYD Song Pro 2027 está bem próximo. Entre as atualizações promovidas pela marca chinesa estão a evolução do sistema de propulsão, o ganho de autonomia da bateria e o melhor desempenho utilizando etanol. As novas versões do modelo estarão disponíveis a partir de 176.990,00 reais.
A expectativa para a chegada da versão ao Brasil é antiga. Em 2025, alguns modelos foram montados no país para serem usados durante a COP 30, mas pararam por aí. No entanto, os anos que se passaram foram utilizados para que engenheiros da BYD na China, na Alemanha e no Brasil trabalhassem em conjunto para desenvolver o motor 1.5 flex.
De acordo com a montadora, ele apresenta um melhor desempenho quando queima etanol. Sob o funcionamento do sistema de combustão DM-i 5.0, ele combina o motor 1.5 aspirado com um motor elétrico e câmbio eCVT.
No entanto, apesar do aprimoramento do sistema, a entrega de potência apresentou queda nas duas versões, tanto na GL quanto na GS. As versões anteriores entregavam 223 e 235 cavalos de potência, respectivamente, com torque máximo de 43 kgfm. Mas, agora, os modelos 2027 terão uma entrega de potência de 218 e 219 cv, com torque máximo de 30,6 kgfm.
Por outro lado, o motor 1.5 continua gerando 98 cavalos de potência e 12,4 kgfm de torque, enquanto o motor elétrico passou de 197 cv para 163 cv.
De acordo com a tabela de consumo, a versão Song Pro GL roda 16 quilômetros por litro de gasolina na cidade e 13,9 na estrada. Já com etanol, tem consumo de 12,1 quilômetros por litro na cidade e 10,7 na estrada.
O Song Pro GS tem um consumo relativamente maior. Com gasolina, faz 15,9 quilômetros por litro na cidade e 13,5 na estrada. Quando roda a álcool, faz 11,7 quilômetros por litro na cidade e 10,5 na estrada.
Além das modificações no sistema de combustão, o modelo híbrido utilizará a bateria Blade. Na versão GL, terá uma capacidade de 13,1 kWh, e a GS segue com a de 18,3 kWh. A autonomia teve um ganho de até 10 quilômetros, segundo o Inmetro, chegando a 57 km e 72 km, respectivamente. O único problema continua sendo a ausência de recarga rápida. Ambas as baterias suportam até 6,6 kW em corrente alternada.


