quinta-feira, setembro 10, 2026
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Ele chegou com moral ao Atlético-MG, mas agora vive o pior jejum da carreira

A camisa 9 do Atlético-MG atravessa um momento de pressão. Contratado para ser uma referência ofensiva, Mateo Cassierra chegou a setembro carregando uma marca que nunca havia enfrentado na carreira: são 16 partidas consecutivas sem marcar.

O número já supera o pior período de seca do atacante colombiano, que anteriormente havia passado 15 jogos sem balançar as redes quando defendia o Zenit, entre 2022 e 2023. Agora, a sequência negativa chega justamente em um momento importante da temporada e ameaça ainda mais o espaço do jogador no time.

Cassierra marcou pela última vez em 10 de maio, no empate por 1 a 1 com o Botafogo pelo Campeonato Brasileiro. Desde então, a produção ofensiva caiu, e o centroavante perdeu a condição de titular absoluto. Ele passou a disputar espaço com Reinier no setor ofensivo.

A contratação também aumenta o peso sobre o colombiano. O Atlético-MG investiu aproximadamente 7 milhões de euros, cerca de R$ 38 milhões, para tirá-lo do Zenit em janeiro. A expectativa era contar com um atacante capaz de transformar oportunidades em gols, mas a resposta dentro de campo ainda não correspondeu ao investimento.

Apesar da fase ruim, Cassierra não desapareceu completamente das estatísticas do clube. Em 31 partidas pelo Galo em 2026, marcou cinco gols, número que ainda o coloca entre os principais artilheiros da equipe na temporada.

O momento mais delicado ocorreu recentemente contra o São Paulo. Na derrota por 2 a 0, Cassierra saiu do banco no intervalo e teve uma oportunidade clara dentro da pequena área, mas não conseguiu concluir para as redes. O lance aumentou as críticas da torcida e evidenciou a dificuldade vivida pelo camisa 9.