O Flamengo está na Argentina para enfrentar o Estudiantes nesta quinta-feira (15), pelo jogo de ida da semifinal da Libertadores. Na véspera do confronto, o diretor de futebol, José Boto, falou sobre a preocupação com a postura do time argentino e cobrou uma arbitragem atenta para evitar novos episódios de agressividade em campo.
O dirigente relembrou os problemas enfrentados pelo time da Gávea no último encontro entre as equipes, pela fase de grupos. Na ocasião, Arrascaeta sofreu uma fratura na clavícula, enquanto Emerson Royal teve uma fratura no nariz. Os dois jogadores ficaram fora de combate após o confronto.
— Preocupa que aconteça outra vez esse tipo de coisa, né? E que saiam impunes. Futebol é um jogo agressivo, mas depende dos árbitros travarem a agressividade. Isso é a única coisa que me preocupa. Eles têm futebol para jogar também, sem terem que entrar em agressividade. Não ser como no último jogo e ter um árbitro muito permissivo.
A fala do dirigente coloca a arbitragem no centro das atenções antes da semifinal. O Flamengo espera que o árbitro paraguaio Juan Gabriel Benítez tenha uma atuação firme para controlar as disputas e impedir que entradas mais duras passem sem punição. Boto deixou claro que não questiona a capacidade técnica do adversário, mas defende que o jogo seja decidido dentro de campo, sem excessos.
O histórico recente entre as equipes ajuda a explicar a preocupação rubro-negra. Além das lesões, o confronto anterior foi marcado por reclamações relacionadas à arbitragem, e o Flamengo chegou a anunciar que tomaria providências junto à Conmebol após aquela partida.
Agora, o Mais Querido tenta deixar os problemas para trás e conquistar um bom resultado fora de casa. A equipe comandada por Leonardo Jardim enfrenta o Estudiantes nesta quinta-feira (15), às 21h30 (horário de Brasília), no Estádio UNO, em La Plata. O jogo de volta será disputado no Maracanã, na quinta-feira seguinte (22), no mesmo horário.


