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A declaração de Carbonero sobre Internacional x Remo, no Beira-Rio

As equipes mal tinham aquecido quando Carbonero abriu o placar no Beira-Rio e colocou o Inter em vantagem diante do Remo antes dos cinco minutos de jogo. Com seis gols no Brasileirão, o atacante colorado esclareceu a comemoração do gol, que despertou curiosidade pela ligação com o Coringa, vilão do filme Batman.

Questionado pelo repórter de campo da Globo sobre a comemoração, Carbonero negou qualquer alusão ao Coringa e ainda cutucou o histórico de suposições no Brasil. A relação surgiu após o atacante publicar uma foto do vilão em suas redes sociais e fazer um gesto parecido em meio à celebração do gol no Beira-Rio.

“Não, acho que interpretaram isso mal. Na verdade, era uma foto de que eu gostei e simplesmente coloquei. E acabou virando um caos, sinceramente. Mas parece que, no Brasil, tudo toma uma proporção enorme porque eu postei sem querer e virou o que virou”, disse.

Na sequência, o atacante avaliou o desempenho colorado na etapa inicial do duelo contra o Remo: “Acho que fizemos um bom primeiro tempo. Acho que poderíamos ter feito mais um gol, mas infelizmente não conseguimos. No segundo tempo, temos que estar mais concentrados e manter o resultado”.

Gol de Carbonero

O Colorado saiu em vantagem com gol relâmpago de Carbonero, que aproveitou o cruzamento de Matheus Bahia para finalizar de primeira e balançar as redes, aos dois minutos. Com o feito, o atacante chegou ao sexto tento pela equipe no Brasileirão e se isolou como artilheiro do Inter nesta edição do torneio.

Apesar da empolgação com o gol rápido, o primeiro tempo foi bem truncado no Beira-Rio, com poucas oportunidades para cada lado. O Colorado, por exemplo, só teve mais um chute em direção à meta após o tento de Carbonero, mesmo número de finalização total do Remo.

O Inter ainda seguiu em cima nos minutos iniciais, a fim de tentar ampliar, mas Carbonero desperdiçou a outra grande chance da equipe. Já o Remo teve apenas uma chance com José Wellison, que soltou uma bomba aos 33 minutos, mas parou nas mãos de Matheus Cunha.