Logo após o apito final da derrota por 2 a 1 para o Chelsea, que eliminou o Palmeiras da Copa do Mundo de Clubes, Abel Ferreira foi direto: “Temos que aceitar.” A frase, dita ainda no gramado do estádio na Filadélfia, resume o sentimento do treinador diante da queda nas quartas de final. Em um discurso sincero, o português reconheceu o mérito dos ingleses, mas também fez questão de enaltecer a luta do elenco alviverde.
“O adversário foi melhor”: leitura honesta da partida
Abel Ferreira admitiu a dificuldade imposta pelo Chelsea desde o início do jogo. “É difícil, mas temos que aceitar. Nosso adversário foi melhor do que nós. Acho que depois da primeira parte, fizemos alguns ajustes, mas infelizmente no segundo tempo não conseguimos fazer o segundo gol”, declarou.
Vale destacar que o treinador fez ajustes no intervalo e viu o time melhorar, especialmente com o gol de empate de Estêvão. Porém, “o jogo foi decidido em detalhes”, como ele mesmo definiu.
Ajustes, luta e azar no momento decisivo
O técnico explicou que o time sofreu com encaixes defensivos no primeiro tempo, especialmente pelo lado esquerdo. “Acho que na primeira parte nosso adversário foi melhor. Quando o Palmer ficou sozinho, a qualidade dele fez a diferença”, reconheceu.
No segundo tempo, o Palmeiras voltou mais organizado e competitivo, o que aumentou a esperança de uma virada. “Empatamos, o jogo estava dividido… É duro porque o adversário é bom o suficiente para ganhar de outra maneira, mas a sorte também faz parte do jogo”, lamentou.
Orgulho pela entrega do elenco
Apesar do resultado negativo, Abel deixou clara a sua satisfação com a postura do grupo. “Dois sentimentos: orgulho e tristeza. Estou triste pela maneira como perdemos, mas estou orgulhoso do que fizemos”, afirmou.
Além disso, o treinador ressaltou que o time lutou até o fim, e que a eliminação não apaga o trabalho feito até aqui. Por isso, reforçou que é preciso seguir em frente e focar nos próximos desafios.
Sendo assim, o Palmeiras volta para o Brasil com lições importantes. Com isso, a temporada segue com Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores pela frente e a confiança do treinador permanece intacta. Dessa maneira, o Verdão buscará transformar a frustração em combustível para novos objetivos.