terça-feira, agosto 11, 2026
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Mauro Cezar Pereira rasga o verbo direcionado ao Palmeiras de Abel Ferreira

O Palmeiras vive uma situação que chama atenção no Campeonato Brasileiro. Apesar de liderar a competição, o desempenho da equipe comandada por Abel Ferreira tem sido alvo de críticas cada vez mais fortes. Para Mauro Cezar Pereira, o problema vai muito além de resultados pontuais e precisa ser analisado a partir do futebol apresentado dentro de campo.

Durante o programa Posse de Bola, do Canal UOL, o jornalista avaliou que o Palmeiras não tem conseguido transformar a qualidade de seu elenco em atuações convincentes.

Liderança não esconde futebol abaixo do esperado

Mauro Cezar destacou que a posição do Palmeiras na tabela não deveria ser suficiente para encerrar as discussões sobre o desempenho da equipe. Segundo ele, o time apresenta um futebol pobre há bastante tempo e as coletivas de Abel Ferreira também têm sido pouco produtivas.

“Pobreza, não joga nada há muito tempo, gente. E aí toda vez nas coletivas… Eu evito ao máximo, porque acho que essas coletivas do técnico de uma pobreza, não acrescentam nada, nada, zero. Mas, em geral, qual o conteúdo? Reclamação da arbitragem, reclamação não sei do quê, agora é o ônibus. Então, assim, é muito pouco, gente”, afirmou Mauro.

Para o comentarista, o futebol apresentado pelo Palmeiras precisa receber mais atenção da imprensa e dos próprios torcedores, independentemente da liderança no Brasileirão.

“Futebol do Palmeiras é muito pouco, tem que ser falado com mais ênfase. É muito, muito, muito pouco. O futebol é muito fraco. A tolerância com esse futebol ruim do Palmeiras é impressionante”, disse Mauro Cezar Pereira.

Elenco reforçado aumenta a cobrança

Outro ponto levantado pelo jornalista foi o investimento realizado pelo Palmeiras para qualificar o elenco. Mauro entende que a comissão técnica recebeu jogadores capazes de elevar o nível da equipe, mas não conseguiu apresentar alternativas suficientes dentro de campo.

“A questão é algo que a gente fala aqui há muito tempo. O elenco foi qualificado, o clube ofereceu à comissão técnica jogadores melhores. Mas a comissão técnica do Palmeiras não consegue fazer nada diferente disso aí. Nada, nada diferente disso aí. É muito pouco mesmo. Isso tem que ser falado do Palmeiras e do Flamengo também, como a gente fala sempre aqui. Eu só acho que o Palmeiras conta com uma tolerância impressionante da mídia, que eu não consigo ter a razão”, finalizou o jornalista.