O Palmeiras se posicionou oficialmente sobre as polêmicas do jogo contra o Vitória. O clube afirmou a necessidade de “combater falsas narrativas” para evitar futuras represálias. O Alviverde minimizou a não expulsão de Maurício e disse que o lance é substancialmente diferente do qual terminou com o cartão vermelho de Cacá.
“Vamos nos ater aos fatos ocorridos na partida de ontem, em Salvador. O braço do meia Maurício acertou o rosto do zagueiro Cacá, razão pela qual o camisa 18 do Palmeiras foi advertido com o cartão amarelo. Não houve, contudo, força ou movimento adicional que justificasse uma recomendação do VAR para expulsão. Foi diferente da entrada sofrida pelo atacante Arias que resultou na expulsão de Cacá. O carrinho do atleta do Vitória atingiu com violência a perna do colombiano, colocando em risco a sua integridade física”, argumentou.
A nota seguiu com o Palmeiras rebatendo as opiniões de que houve um pênalti não marcado para o Vitória. O time baiano reclamou de um contato entre Andreas Pereira e Tarzia dentro da área alviverde. O clube considerou as alegações como “incompreensíveis”.
“Mais incompreensíveis, porém, são as reclamações sobre um possível pênalti não marcado para o Vitória no 2º tempo. Andreas Pereira nem sequer encostou no adversário, que se atirou com o objetivo de simular uma falta que não aconteceu”, rebateu.
Por fim, o Palmeiras usou a campanha no Campeonato Brasileiro para se defender de ter sido ou estar sendo favorecido na competição.
“A verdade incontestável é que o Palmeiras faz uma das melhores campanhas da história do Brasileirão na Era dos Pontos Corridos. Somos a equipe com mais gols marcados e menos gols sofridos na competição até o momento, o que comprova a competência do nosso trabalho na atual temporada. Sabemos que a nossa capacidade de competir em alto nível incomoda, mas seguimos firmes e focados em busca dos nossos objetivos”, finalizou.


