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A resposta de Cuca sobre poupar jogadores do Santos no Brasileirão

O Santos vive uma maratona decisiva na temporada, mas Cuca não pretende tratar o Campeonato Brasileiro como prioridade secundária. Após a vitória por 2 a 1 sobre o Macará, pela ida das oitavas de final da Sul-Americana, o técnico foi direto ao falar sobre a possibilidade de preservar titulares contra o Vasco.

Cuca não abre mão do Brasileirão

Com Santos e Vasco empatados com 22 pontos antes da rodada, o confronto de domingo, às 16h, em São Januário, ganhou peso na luta para escapar da parte de baixo da tabela. Por isso, Cuca descartou poupar jogadores simplesmente pensando nas competições de mata-mata.

“Imagina que eu vou poupar no Brasileiro. Você está louco? Não vou poupar no Brasileiro. O Brasileiro é uma prioridade nossa, não adianta. Ser campeão e não estar na primeira divisão no ano que vem… Pergunta para o torcedor do Santos o que ele prefere. Para mim também, para todos. Então, a gente tem que recuperar o terreno perdido no Campeonato Brasileiro”, afirmou o treinador.

A declaração deixa clara a importância do duelo contra o Vasco para os planos do Peixe. A equipe precisa somar pontos para se afastar da zona de rebaixamento e ganhar fôlego na competição.

Rodízio será definido pelo desgaste

Embora tenha descartado uma preservação generalizada, Cuca confirmou que fará mudanças na escalação. A decisão será baseada principalmente na recuperação física dos atletas, já que o Santos terá menos de 72 horas entre os compromissos.

“É obrigatório fazer isso, senão você vai acabar perdendo mais jogadores. Nós não temos nem 72 horas para jogar com o Vasco no domingo, fora de casa, e é um jogo muito importante”, explicou.

Cuca reforçou que o objetivo é manter o time competitivo sem aumentar o risco de lesões.

“A gente não pode abrir mão de competição nenhuma, mas tem que ser bastante responsável quanto a isso, para não acabar perdendo mais jogadores. Se você não rodar, não vai aguentar. O jogador não vai aguentar jogar nessa intensidade, em um jogo tão duro e físico como foi o de hoje. Se eu sentir que o jogador não está 100%, a gente vai rodar, vai fazer outros que estão em uma condição física melhor jogar. É o caminho que a gente tem: mexer, rodar o grupo, porque não é só por prevenção de lesão, é para poder competir também”, finalizou.